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Especialidade · Dermatologia Cirúrgica

Cirurgia dermatológica em Aracaju, com cuidado no resultado.

Retirada de pintas, cistos, lipomas, verrugas e câncer de pele, biópsias e cirurgia de unha encravada, em consultório e com anestesia local.

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✦ Cirurgia feita por mim, médico dermatologista, em consultório · CRM-SE 9738 · RQE 6346

Mãos com luvas cirúrgicas segurando instrumental, sobre campo estéril

Imagem ilustrativa.

Algumas condições da pele pedem uma abordagem cirúrgica, seja para confirmar um diagnóstico, seja para tratar. A biópsia, por exemplo, é um procedimento simples, feito em consultório, que traz respostas com segurança, inclusive sobre o câncer de pele.

Realizo remoção de lesões benignas (cistos, lipomas, nevos) e malignas, como o câncer de pele, cirurgia de unha encravada e cauterização de lesões virais, sempre com anestesia local e protocolos de segurança, nas três unidades. Em lesões simples, dá para operar no mesmo dia da consulta, o que poupa uma segunda viagem a quem vem de longe. No resultado, sigo uma ordem clara de prioridades: primeiro a cura, depois a função e, junto delas, a melhor estética possível.

Tratamentos e Procedimentos:
Cirurgia do Câncer de Pele

Quando a biópsia confirma um carcinoma basocelular ou espinocelular, o tratamento mais comum é a retirada cirúrgica da lesão com uma margem de pele saudável ao redor. Nos casos que realizo, a cirurgia é feita em consultório, com anestesia local, e você volta para casa no mesmo dia.

A margem é o que dá segurança de que o tumor saiu por inteiro, e ela é definida pelo tipo, pelo tamanho e pela localização da lesão. Todo material vai para exame histopatológico, e o laudo confirma se as margens estão livres. No rosto, onde cada milímetro conta, o planejamento considera também a função e a cicatriz, com a mesma ordem de prioridade de toda cirurgia: primeiro a cura, depois a função e, junto delas, a melhor estética possível.

A cirurgia não encerra o cuidado. Quem já teve um câncer de pele tem risco maior de ter outro, e o seguimento, com exame da pele inteira e dermatoscopia em intervalos que eu defino para cada caso, faz parte do tratamento. Se você já tem o laudo de uma biópsia feita em outro serviço, traga para a consulta.

Veja como reconhecer os tipos de câncer de pele →
Remoção de Pintas e Sinais

A retirada de sinais tem duas indicações bem distintas, e vale saber qual é a sua: a lesão suspeita, em que a remoção é ao mesmo tempo diagnóstica e terapêutica, e a lesão claramente benigna que incomoda por atrito com a roupa, por atrapalhar o barbear ou por questão estética.

A técnica muda conforme o caso. Lesão com suspeita de malignidade é retirada por excisão, com margem e profundidade adequadas, nunca por métodos que destroem o tecido, porque isso inviabilizaria a análise laboratorial e poderia mascarar um diagnóstico.

Todo material retirado é enviado para exame histopatológico, mesmo quando o aspecto clínico e dermatoscópico é tranquilizador. É uma conduta de segurança da qual não abro mão.

Veja os sinais de alerta do melanoma →
Remoção de Cistos e Lipomas

O cisto epidérmico (que muita gente chama de cisto sebáceo) e o lipoma são lesões benignas com origens diferentes: o cisto é uma cavidade na própria pele que acumula queratina, e o lipoma é um tumor de gordura no tecido subcutâneo. Essa diferença muda a técnica de retirada.

No cisto, o objetivo é remover a cápsula inteira; se ficar um fragmento, a lesão volta. Operar durante um episódio de inflamação ou infecção também aumenta a chance de recidiva e de cicatriz pior, então às vezes trato a inflamação primeiro e programo a cirurgia depois.

Escolho a incisão pensando na cicatriz desde antes de começar, acompanhando as linhas de tensão da pele, com a ordem de prioridade que uso em toda cirurgia: primeiro a resolução do problema, depois a função e, junto delas, o melhor resultado estético possível. O material retirado é enviado para análise laboratorial.

Remoção de Verrugas

As verrugas são causadas pelo HPV, um vírus que infecta a camada mais superficial da pele. As mais comuns aparecem nas mãos, ao redor das unhas e na planta dos pés, onde o peso do corpo empurra a lesão para dentro e faz doer ao caminhar. Muitas desaparecem sozinhas, mas isso pode levar meses ou anos, e nesse tempo elas podem se espalhar.

O tratamento em consultório é escolhido conforme o local, o tamanho, o número de lesões e a idade: crioterapia (congelamento com nitrogênio líquido), cauterização ou curetagem, com anestesia local quando necessário. Mais de uma sessão é comum, e a verruga pode voltar, porque o vírus pode continuar na pele ao redor.

Nem toda lesão que parece verruga é verruga. A que cresce rápido, sangra, muda de cor ou surge em adulto sem história parecida precisa ser avaliada, às vezes com biópsia, antes de qualquer método que destrua o tecido.

Biópsia de Pele

A biópsia retira um fragmento de pele para análise ao microscópio. É um procedimento rápido, com anestesia local, e com frequência é o que encerra meses de tratamento por tentativa e erro.

A escolha da técnica depende da pergunta a ser respondida: em doença inflamatória, a amostra precisa alcançar a profundidade em que o processo acontece; em suspeita de tumor, a região e a margem escolhidas determinam se o laudo será conclusivo. Escolher mal o local da biópsia é a causa mais comum de resultado inconclusivo.

Uso a biópsia para confirmar diagnóstico em doenças inflamatórias e autoimunes, em lesões pigmentadas suspeitas, em quadros que não respondem ao tratamento esperado e nas doenças de unha e de couro cabeludo com apresentação atípica.

Entenda como avalio lesões suspeitas de câncer de pele →
Cantoplastia (Cirurgia de Unha)

A unha encravada (onicocriptose) acontece quando a lâmina da unha machuca a pele lateral do dedo, gerando dor, inflamação e, com frequência, tecido de granulação, aquela carne esponjosa que sangra com facilidade. Corte da unha em curva e calçado apertado são fatores comuns.

Retirar apenas a espícula resolve a crise, mas o encravamento retorna enquanto a matriz continuar produzindo unha naquela largura. A cantoplastia trata a borda da unha de forma definitiva, com anestesia local, em consultório.

Antes de operar eu confirmo o diagnóstico, porque nem toda dor na borda da unha é encravamento, e verifico condições que mudam a conduta e os cuidados no pós-operatório, como diabetes e alterações de circulação nos pés.

Lobuloplastia

A lobuloplastia corrige o lóbulo da orelha rasgado, fendido ou alargado pelo uso prolongado de brincos pesados, por tração acidental ou por alargador. É um procedimento ambulatorial, com anestesia local.

O planejamento da incisão importa mais do que parece: uma sutura em linha reta na borda do lóbulo tende a formar um entalhe quando a cicatriz retrai, então o desenho é feito justamente para evitar esse degrau.

A nova perfuração, quando desejada, é feita depois da cicatrização completa e fora da linha da cicatriz. Em pessoas com histórico de queloide, especialmente na orelha, converso antes sobre esse risco e sobre as medidas de prevenção.

Entenda como trato o queloide →
Cirurgia do câncer de peleBiópsia de peleExérese de lesõesCistos e lipomasVerrugasCirurgia unguealCauterizaçãoCuretagemCrioterapiaShaving
Dr. Pedro Siqueira paramentado, de gorro e máscara, durante uma cirurgia
★ SBCD

Sou associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), onde fiz o Curso Teórico-Prático de Aperfeiçoamento em Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser, em 2025.

Transparência

As avaliações ficam no Google

Não exibo depoimentos escolhidos a dedo aqui no site: selecionar quais mostrar já é, por si só, um filtro. O que os meus pacientes escreveram está na minha página do Google, inteiro e sem curadoria minha.

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FAQ

Dúvidas sobre Dermatologia Cirúrgica

Não. As cirurgias que realizo são feitas em consultório, com anestesia local, nas três unidades (Aracaju, Neópolis e Capela). Você fica acordado durante o procedimento, não precisa de internação e volta para casa no mesmo dia.

O que se sente é a aplicação da anestesia: uma picada e uma ardência que duram poucos segundos. Depois disso a região fica dormente e a cirurgia em si não dói. Quando o efeito da anestesia passa, o desconforto costuma ser leve, e eu oriento o que usar nos primeiros dias.

Toda cirurgia que corta a pele deixa cicatriz. O que eu controlo é o planejamento: a direção do corte acompanha as linhas naturais da pele e o fechamento é pensado para que a cicatriz fique o mais discreta possível. Como ela evolui depende também da região do corpo e da sua pele, e se você tem tendência a queloide, conversamos sobre isso antes.

Sim, a avaliação vem sempre antes: eu confirmo o diagnóstico, escolho a técnica e explico os riscos e os cuidados. Em lesões simples, dá para operar no mesmo dia da consulta; nos demais casos, a cirurgia é agendada a partir dela.

Sim. Todo material retirado é enviado para exame histopatológico, mesmo quando a lesão parece benigna. O resultado é avaliado no retorno, junto com a cicatrização.

Na maior parte dos casos você retoma a rotina no mesmo dia ou no dia seguinte, com cuidados com o curativo e evitando esforço na região operada por alguns dias. Quando há pontos, eles costumam ser retirados entre uma e duas semanas depois, conforme a região.

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